O colaborador de Miles para escrever as canções foi Bob Marshall, ex-baixista dos Chantays, banda californiana dos anos 60, que incluia Bob Welch. Com uma boa dosagem de pop-rock, o artista lança outros dois discos de sucesso,” Stranger In The City” e “Zaragon”, desta vez produzido por Rupert Holmes e com sucessos como “Remember Yesterday” e “Slow Down”. Depois desta façanha, ele começou uma curva decrescente e acentuada ao lançar o álbum subsequente. Confiou novamente em Alan Parson, porém não conseguiu agarrar o público. Depois desta façanha, ele começou uma curva descendente acentuada o álbum subsequente. Confiou novamente em Alan Parson, mas não conseguiu conquistar o público. Com “Miles High”, Miles mudou o cenário em direção a um som mais amadurecido.
Mas a melhor lembrança é especialmente neste próximo álbum que consegue dizer um monte de coisas interessantes graças a uma produção impecável por Gus Dudgeon e quantificar a substância de sua música dentro do AOR. “Play On” de 1983 possui canções poderosas. A balada "The Right To Sing" lançada como single no qual o autor afirma o direito de fazer a música com a alma. Neste álbum há canções poderosas. O melhor resultado são de duas faixas com um distintivo componente AOR, "Close Eyes, Count To Ten", "Song For You" e "Heart Of Stone" com uma alma soul. Finalmente a fantástica balada “Home”, onde encontramos Mel Collins no sax e pronto para espalhar suas asas organizados por Paul Buckmaster. Entre os músicos estão intervindo Frank Ricotti (percussão), Duncan McKay (sintetizador), Pete Wingfield (teclados) e jazz grande Dick Morrissey (sax). Um excelente trabalho do AOR inglês.
Track List:
1. Take Me to My Heaven
2. Song for You
3. It Wasn't Love at All
4. Ready to Spread Your Wings
5. I'll Never Do It Again
6. Heart of Stone
7. Home
8. Close Eyes, Count to Ten
9. Carrie
10. The Right To Sing

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